Área de atuação

Cirurgia de câncer ginecológico

Tratamento cirúrgico de câncer de colo do útero, endométrio, ovário e vulva, com foco em resultado oncológico, preservação da função e cuidado integral com a mulher.

O que é

Uma especialidade que exige muito além da técnica.

O câncer ginecológico engloba os tumores malignos que se desenvolvem nos órgãos reprodutores femininos, colo do útero, endométrio, ovário, vulva e vagina. São condições que, além da complexidade clínica, envolvem aspectos profundamente sensíveis: fertilidade, sexualidade, identidade feminina.

Como cirurgiã oncológica, minha abordagem une a técnica cirúrgica adequada a cada tumor com a escuta cuidadosa das particularidades da paciente. Quando possível, priorizo cirurgias menos invasivas e que preservem a qualidade de vida, mas sempre sem abrir mão do melhor resultado oncológico.

Sinais que merecem avaliação

  • Sangramento vaginal fora do ciclo menstrual
  • Sangramento após a menopausa
  • Dor pélvica persistente ou inchaço abdominal
  • Alterações em exames preventivos
  • Corrimento com odor ou sangue
  • Histórico familiar de câncer de mama ou ovário
Como eu abordo

Cada paciente recebe um plano construído a partir do seu caso.

Não existe tratamento padrão. O que existe é um cuidado individualizado, baseado no tipo e estágio do tumor, na idade, no projeto de vida e nas comorbidades de cada paciente.

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Diagnóstico preciso e estadiamento

Avaliação clínica detalhada, revisão dos exames disponíveis e solicitação dos exames complementares necessários (ressonância pélvica, tomografia, marcadores tumorais) para compreender exatamente o estágio da doença.

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Discussão multidisciplinar

Casos complexos são discutidos em equipe, oncologia clínica, radioterapia, patologia, quando necessário. A decisão cirúrgica considera a visão coletiva dos especialistas envolvidos.

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Abordagem cirúrgica adequada

Dependendo do caso, realizamos histerectomia, cirurgias radicais com linfadenectomia, cirurgias conservadoras de fertilidade quando possível, ou cirurgias redutoras de risco em pacientes com mutações genéticas. Uso de técnicas videolaparoscópicas quando indicado.

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Recuperação e acompanhamento

Cuidado detalhado com a recuperação física e emocional. Orientações específicas sobre retorno a atividades, vida sexual, saúde mental e seguimento oncológico de longo prazo.

Perguntas frequentes

Dúvidas sobre cirurgia ginecológica oncológica.

Depende do tipo de tumor, do estágio e da técnica cirúrgica indicada. Em casos iniciais e em pacientes jovens com desejo reprodutivo, existem cirurgias que preservam a fertilidade. Essa discussão precisa acontecer antes da cirurgia, com tempo para decisão compartilhada.
Varia conforme a complexidade. Cirurgias videolaparoscópicas têm recuperação mais rápida, com alta em 1 a 2 dias e retorno às atividades em 2 a 4 semanas. Cirurgias mais extensas podem exigir internação maior e recuperação de 4 a 8 semanas. Cada paciente recebe orientações individualizadas.
Pode haver impactos, especialmente em cirurgias mais extensas ou associadas a radioterapia. Converso abertamente sobre esses aspectos antes e depois da cirurgia, e incluo profissionais como fisioterapeutas pélvicas e psicólogos no acompanhamento quando necessário. A sexualidade é parte da qualidade de vida e precisa ser cuidada.
Sim. Atendo nos principais centros oncológicos de Pernambuco: Hospital do Câncer de Pernambuco, Rede D'Or e Hospital Português. A cobertura varia conforme o plano, me chame no WhatsApp para verificarmos a sua situação específica.
Mulheres com mutações BRCA1 ou BRCA2 têm risco elevado de câncer de ovário. Nesses casos, pode ser indicada cirurgia redutora de risco (salpingectomia com ou sem ooforectomia), geralmente em idade específica. A decisão é compartilhada com geneticista e leva em conta o projeto de vida da paciente.
Prevenção oncológica

Identificar o risco antes do diagnóstico.

Para algumas mulheres, o histórico familiar ou a presença de mutações genéticas eleva significativamente o risco de desenvolver câncer ginecológico. A avaliação preventiva permite agir antes que a doença se instale.

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Avaliação de risco familiar

Mulheres com histórico familiar de câncer de ovário, mama ou endométrio devem ser avaliadas para identificar se há risco aumentado e definir a melhor estratégia de rastreamento.

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Mutações BRCA1 e BRCA2

Portadoras de mutações nos genes BRCA têm risco elevado de câncer de ovário e mama. A consulta com cirurgiã oncológica é parte essencial da decisão sobre cirurgia redutora de risco e rastreamento intensificado.

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Cirurgia redutora de risco

Em casos selecionados, a salpingectomia ou salpingo-ooforectomia profilática pode ser indicada para reduzir significativamente o risco de câncer. A decisão é compartilhada com geneticista e leva em conta o projeto de vida de cada paciente.

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Rastreamento oncológico

Pacientes em grupo de risco se beneficiam de um protocolo de rastreamento estruturado, com exames periódicos e acompanhamento regular, que aumenta as chances de diagnóstico precoce em caso de surgimento da doença.

Agendamento

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